Quanto tempo faz que eu não escrevo para você, não é mesmo? Lendo os últimos textos, percebi o quanto a minha vida mudou de uns meses para cá. Foi tanta mudança que talvez levará dias, meses, para descrever tudo de bom que aconteceu comigo.
É tão incrível como a vida dá um jeitinho de "pregar" surpresas, né? Sempre achei meio conversa pr'a "boi dormir" essa história que de uma hora para outra as coisas mudam na vida de uma pessoa. Realmente não é horóscopo, papo de vidente...o que é meu - realmente - estava guardado. E bem guardado!
Mais uma vez a virada de ano motivou essa mudança. Se pulei sete ondinhas de novo? Acho que bem mais que isso, sabia!? Acho que foi isso, pulei tantas ondas...que a felicidade veio aos montes!
A cada dia da minha vida, só tenho que agradecer cada vez mais, mais e mais à Deus. É tão bom comemorar, agradecer...parece que a nossa alma se enche de alegria.
Por tudo isso que está acontecendo na minha vida, não poderia deixar de te contar. Nunca! Até mesmo para tirar essa impressão que os acontecimentos da nossa vida são sempre injustos. E não é, isso é fato!
Um dia a roda gigante da vida, nos leva pr'a cima...e posso de afirmar: do alto, à vista é ainda mais linda!
Sem querer ser clichê, sonhe! Um dia você acorda e vê que tudo é real.
Pode acreditar!
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Fizeram à gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. (Se for assim estou perdida, pois já passei dos 30 e ainda não descobri o que é amor. Triste?)
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. (Não acredito que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Na verdade a gente se completa, quando descobrirmos que podemos (e somos) inteiros e que temos condições de somar na vida de alguém e não completar)
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. (com certeza! quando descobrimos isso, descobrimos o verdadeir amor: o amor próprio!)
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. (Enxergar nos outros e possibilidade de sermos nós mesmos, é mais forte do que olhar para as pessoas e decobrimos que não somos nada sem elas. Quem disse que precisa ser dois, para ser um?!)
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. (O negócio é amar sobre todas as coisas. Casar nem sempre é amar. É achar que o outro é responsável pela tua felicidade).
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. (Achava, antes dos 30, que engordar era genético, hoje posso afirmar que, para engordar, basta comer por ansiedade, comer por comer e não se exercitar. Chinelo velho para um pé torto? Tampa para a panela? Prá quê?)
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. (Existe fórmula para ser feliz, me diz?)
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém. (Ás vezes gostaria de ser profeta, descobrir o mistério da vida. Ás vezes acho melhor não. Tenho medo de conhecer as verdades, de no fundo, não saber - de fato - o que é amor; de jamais arrumar um chinelo velho para o meu pé torto e de descobrir que duas laranjas deixa o suco mais gostoso.)
Dani-se ela, by John Lennon
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. (Não acredito que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Na verdade a gente se completa, quando descobrirmos que podemos (e somos) inteiros e que temos condições de somar na vida de alguém e não completar)
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. (com certeza! quando descobrimos isso, descobrimos o verdadeir amor: o amor próprio!)
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. (Enxergar nos outros e possibilidade de sermos nós mesmos, é mais forte do que olhar para as pessoas e decobrimos que não somos nada sem elas. Quem disse que precisa ser dois, para ser um?!)
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. (O negócio é amar sobre todas as coisas. Casar nem sempre é amar. É achar que o outro é responsável pela tua felicidade).
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. (Achava, antes dos 30, que engordar era genético, hoje posso afirmar que, para engordar, basta comer por ansiedade, comer por comer e não se exercitar. Chinelo velho para um pé torto? Tampa para a panela? Prá quê?)
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. (Existe fórmula para ser feliz, me diz?)
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém. (Ás vezes gostaria de ser profeta, descobrir o mistério da vida. Ás vezes acho melhor não. Tenho medo de conhecer as verdades, de no fundo, não saber - de fato - o que é amor; de jamais arrumar um chinelo velho para o meu pé torto e de descobrir que duas laranjas deixa o suco mais gostoso.)
Dani-se ela, by John Lennon
Só para constar - Contos de Amigos 1
Já se passaram 07 dias do mês de Julho. Engraçado como este ano não está passando, está voando, não é mesmo!? Restam ainda 6 meses para o final do ano, 57 dias para minha viagem e 34 dias para completar 01 ano do meu projeto. Enfim são tantas datas misturadas nesta ansiedade que chego a me perder (e a me encher de urticária!).
Muita coisa também já foi sentida nestes dias que se passaram. A perda frustrante do Brasil na Copa de Mundo, a derrota brilhante de Portugal de Felipão, algumas transmissões via satélite, algumas viagens pelo interior, alguns beijos meio as turbulências (e põe turbulência nisso!), alguns beijos depois das quartas-feiras fantásticas, algumas cervejas, vinhos, cervejas, e lógico água mineral.
Ah! Pode-se dizer que tivemos também algumas novas amizades, estamos abrindo o ciclo de amigos, renovando conceitos e mudando alguns pré-conceitos, como o de Pessoas Felizes. Mas, quer saber!?!? Feliz sim, e com “Z” no final. Feliz, por que a gente se odeia, mas se completa!
Eu.
****
Primeiro quero dizer que eu adoro essas cartas. Sempre me fazem pensar, lembrar, refletir e o principal: SENTIR.
Este ano tá voando mesmo, meu aniversário já passou há 3 dias, já estou de quase seis meses do meu filhote e o puxadinho dele cresce a cada dia e juro que não é culpa minha. Parece que foi ontem, que estávamos de plantão nas férias de Julho envelopando documento e fazendo planilha de cálculo do CPA. Mas, assim como temos Plano de Carreira na Pamonha, nós logo estaremos de férias e a nossa amiga irá responder os e-mails do departmaneto. Nosssaaaaa! Quanto trabalho! Espalhei para todo mundo como achei maravilhosa essa coisa de Novelinha, ops! Vídeoaula.
Muita coisa sentida mesmo. Essa copa tão frustrante para nós brasileiros e eu tentando não me estressar para não causar nenhum dano ao meu inquilino. "Bota” derrota brilhante para essa super simpática (se é que vcs me entendem) seleção de Portugal, mas temos a Itália aíííííííí.......para encher nossos olhos com aqueles lances maravilhosos (“poxa-que-coxa”).
O melhor que fizemos foi instituir nossas reuniões às quartas-feiras no final do dia para discutirmos o que não foi dito e o que foi dito na reunião anterior (melhor ainda, fazemos o que sempre sugerimos no treinamento ou seja, fazer em um ambiente descontraído). Aprendemos em uma dessas reuniões que cruzar os dedos pode ter outro significado e também que as áudios são mais organizadas do que nós. Acho que também posso dizer que vive uma turbulência “de emoções”, nunca imaginei que uma pessoa poderia sentir todos os sentimentos do mundo em um só dia. Ao contrário da minha madrinha que teve uma “mão” (vamos usar esse substantivo) amiga para ajudá-la, eu tive duas, que me deixaram e me deixam segura. Em relação às bebidas, bom! Eu só bebo quando me deixam ou quando estão distraídos (Del Valle de Morango nunca mais).
Novas amizades? Adoro! Precisamos conversar seriamente com o Paulo para fazer um puxadinho no bar dele, pois ficará pequeno para nós.
Amiga.
****
Putz... passou rápido mesmo né? Eu estou ouvindo uma música que a Dani em mandou que é: “Quanto tempo demora um mês”. E se tomarmos como referência o primeiro semestre deste ano, minha resposta seria: demora pouco! Eu estive fora durante “um” dia e somando-se o final de semana parece que eu to fora há séculos. Porque em três dias eu viajei quilômetros. Revi São Paulo. Quebrei meu carro. Consertei meu carro. Sofri de dor de cabeça. Conheci pessoas inteligentes e interessantes. Me senti famoso. O Zidane se danou! A Itália virou tetra. A Bia Falcão se safou e a Dona Tosca quase casou.
Se a gente for pensar em seis meses entaum... Meu Deus! Quanta coisa... e põe item nesta lista de vcs aí... Eu fico feliz. Se pensarmos que ano passado a Dani R. tinha acabado de se mudar pra Rio Preto. A Dani L. ainda morava no outro apê. Eu não tinha carro ainda. A Dani L. ainda não tinha ido pra terrina do Luiz Figo. A Dani R. ainda morava sozinha. E eu ainda trabalhava só por meio período por aqui! Quanta coisa hein?
Putz...
Mas isso nos trás um certo alívio. Ontem no Fantástico, o Max Gerhinger (naum sei como escreve! E procurar vai demorar!) disse que a hora de parar de trabalhar chega quando a gente percebe que, durante muito tempo, nada de novo aconteceu... Se depender disso, vamos continuar trabalhando por muito tempo, certo? Disso a gente nunca vai poder reclamar: monotonia. A começar e sentimentos e de humor. Meu Deus! Como a gente varia de humor aqui, né? Sexta-feira, enquanto eu estava em São Paulo, eu tinha o “mó” orgulho de trabalhar aqui. Agora, ouvindo um converseiro aqui dentro, eu tenho vontade de sumir. Mas é tanta gente que está próxima da gente e tanta gente que precisa da gente, que eu PRECISO rever meus conceitos.
Junta-se ao Operador de Caixa do Wall-mart e aos Velhinho e Professores conectados, os funcionários de hotel e agentes de viagem bilíngües. Como dizia meu pai, esses dois cursos são dois leões que eu tenho que vencer. Mas depois, vem o prazer.
Acho que nosso fim de ano, vai ser tão bom quanto. Ou vai ser pior do que o primeiro. Ou vai ser MUITO melhor que o primeiro. Afinal, começamos nosso semestre assim e encerraremos com mais uma dupla fechada (dani+dani / joao+joao). Terminamos o semestre com o CAPP relançado e com um ano. Terminaremos o semestre com trezentos cursos para saber se agora a gente atinge a eficiência!
O fato é que muita coisa amadureceu. Nossos pensamentos. Nossa amizade. Nosso fígado *riso*! Nosso circulo de relacionamentos... E por mais que tentemos mostrar pra todos que nós não somos felizes. A gente naum precisa se matar porque o dia a dia prova isso. Mesmo que a gente use uma camiseta diferente na festa do segundo semestre... O que precisa ficar ainda mais forte é o suporte que temos que dar um pra o outro. Como já ficou claro, só a gente que se agüenta mesmo... entaum, o que nos sobra? Agüentar-nos!!!
Adoro vcs.
Sr. Oficial
P.S. Tem gente pior que aqui: quinta-feira fui cortar o cabelo e perto do salão, tinha um escritório de naum sei o que com uma porta de vidro. Na porta, tinha um adesivo escrito assim: “Aqui trabalhamos animados! (mais umas carinhas felizes!)” ?!?!?!?!?!??!?!?!?!??!?!?! Pode uma coisa dessa? Eu só espero que ninguém veja... porque se alguém aqui tiver uma idéia dessa, juro que peço emprego no Number One. Já basta camiseta.
***
Muita coisa também já foi sentida nestes dias que se passaram. A perda frustrante do Brasil na Copa de Mundo, a derrota brilhante de Portugal de Felipão, algumas transmissões via satélite, algumas viagens pelo interior, alguns beijos meio as turbulências (e põe turbulência nisso!), alguns beijos depois das quartas-feiras fantásticas, algumas cervejas, vinhos, cervejas, e lógico água mineral.
Ah! Pode-se dizer que tivemos também algumas novas amizades, estamos abrindo o ciclo de amigos, renovando conceitos e mudando alguns pré-conceitos, como o de Pessoas Felizes. Mas, quer saber!?!? Feliz sim, e com “Z” no final. Feliz, por que a gente se odeia, mas se completa!
Eu.
****
Primeiro quero dizer que eu adoro essas cartas. Sempre me fazem pensar, lembrar, refletir e o principal: SENTIR.
Este ano tá voando mesmo, meu aniversário já passou há 3 dias, já estou de quase seis meses do meu filhote e o puxadinho dele cresce a cada dia e juro que não é culpa minha. Parece que foi ontem, que estávamos de plantão nas férias de Julho envelopando documento e fazendo planilha de cálculo do CPA. Mas, assim como temos Plano de Carreira na Pamonha, nós logo estaremos de férias e a nossa amiga irá responder os e-mails do departmaneto. Nosssaaaaa! Quanto trabalho! Espalhei para todo mundo como achei maravilhosa essa coisa de Novelinha, ops! Vídeoaula.
Muita coisa sentida mesmo. Essa copa tão frustrante para nós brasileiros e eu tentando não me estressar para não causar nenhum dano ao meu inquilino. "Bota” derrota brilhante para essa super simpática (se é que vcs me entendem) seleção de Portugal, mas temos a Itália aíííííííí.......para encher nossos olhos com aqueles lances maravilhosos (“poxa-que-coxa”).
O melhor que fizemos foi instituir nossas reuniões às quartas-feiras no final do dia para discutirmos o que não foi dito e o que foi dito na reunião anterior (melhor ainda, fazemos o que sempre sugerimos no treinamento ou seja, fazer em um ambiente descontraído). Aprendemos em uma dessas reuniões que cruzar os dedos pode ter outro significado e também que as áudios são mais organizadas do que nós. Acho que também posso dizer que vive uma turbulência “de emoções”, nunca imaginei que uma pessoa poderia sentir todos os sentimentos do mundo em um só dia. Ao contrário da minha madrinha que teve uma “mão” (vamos usar esse substantivo) amiga para ajudá-la, eu tive duas, que me deixaram e me deixam segura. Em relação às bebidas, bom! Eu só bebo quando me deixam ou quando estão distraídos (Del Valle de Morango nunca mais).
Novas amizades? Adoro! Precisamos conversar seriamente com o Paulo para fazer um puxadinho no bar dele, pois ficará pequeno para nós.
Amiga.
****
Putz... passou rápido mesmo né? Eu estou ouvindo uma música que a Dani em mandou que é: “Quanto tempo demora um mês”. E se tomarmos como referência o primeiro semestre deste ano, minha resposta seria: demora pouco! Eu estive fora durante “um” dia e somando-se o final de semana parece que eu to fora há séculos. Porque em três dias eu viajei quilômetros. Revi São Paulo. Quebrei meu carro. Consertei meu carro. Sofri de dor de cabeça. Conheci pessoas inteligentes e interessantes. Me senti famoso. O Zidane se danou! A Itália virou tetra. A Bia Falcão se safou e a Dona Tosca quase casou.
Se a gente for pensar em seis meses entaum... Meu Deus! Quanta coisa... e põe item nesta lista de vcs aí... Eu fico feliz. Se pensarmos que ano passado a Dani R. tinha acabado de se mudar pra Rio Preto. A Dani L. ainda morava no outro apê. Eu não tinha carro ainda. A Dani L. ainda não tinha ido pra terrina do Luiz Figo. A Dani R. ainda morava sozinha. E eu ainda trabalhava só por meio período por aqui! Quanta coisa hein?
Putz...
Mas isso nos trás um certo alívio. Ontem no Fantástico, o Max Gerhinger (naum sei como escreve! E procurar vai demorar!) disse que a hora de parar de trabalhar chega quando a gente percebe que, durante muito tempo, nada de novo aconteceu... Se depender disso, vamos continuar trabalhando por muito tempo, certo? Disso a gente nunca vai poder reclamar: monotonia. A começar e sentimentos e de humor. Meu Deus! Como a gente varia de humor aqui, né? Sexta-feira, enquanto eu estava em São Paulo, eu tinha o “mó” orgulho de trabalhar aqui. Agora, ouvindo um converseiro aqui dentro, eu tenho vontade de sumir. Mas é tanta gente que está próxima da gente e tanta gente que precisa da gente, que eu PRECISO rever meus conceitos.
Junta-se ao Operador de Caixa do Wall-mart e aos Velhinho e Professores conectados, os funcionários de hotel e agentes de viagem bilíngües. Como dizia meu pai, esses dois cursos são dois leões que eu tenho que vencer. Mas depois, vem o prazer.
Acho que nosso fim de ano, vai ser tão bom quanto. Ou vai ser pior do que o primeiro. Ou vai ser MUITO melhor que o primeiro. Afinal, começamos nosso semestre assim e encerraremos com mais uma dupla fechada (dani+dani / joao+joao). Terminamos o semestre com o CAPP relançado e com um ano. Terminaremos o semestre com trezentos cursos para saber se agora a gente atinge a eficiência!
O fato é que muita coisa amadureceu. Nossos pensamentos. Nossa amizade. Nosso fígado *riso*! Nosso circulo de relacionamentos... E por mais que tentemos mostrar pra todos que nós não somos felizes. A gente naum precisa se matar porque o dia a dia prova isso. Mesmo que a gente use uma camiseta diferente na festa do segundo semestre... O que precisa ficar ainda mais forte é o suporte que temos que dar um pra o outro. Como já ficou claro, só a gente que se agüenta mesmo... entaum, o que nos sobra? Agüentar-nos!!!
Adoro vcs.
Sr. Oficial
P.S. Tem gente pior que aqui: quinta-feira fui cortar o cabelo e perto do salão, tinha um escritório de naum sei o que com uma porta de vidro. Na porta, tinha um adesivo escrito assim: “Aqui trabalhamos animados! (mais umas carinhas felizes!)” ?!?!?!?!?!??!?!?!?!??!?!?! Pode uma coisa dessa? Eu só espero que ninguém veja... porque se alguém aqui tiver uma idéia dessa, juro que peço emprego no Number One. Já basta camiseta.
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domingo, 22 de agosto de 2010
Final de Temporada
Depois de 8 anos, finalmente, chega ao fim mais um final de temporada. Romances, tristezas, alegrias, risadas, amizades, brigas, desafetos e conquistas, marcaram essa que foi, sem dúvida, uma história de grande sucesso.
Aos poucos e ao longo dos anos, atores e atrizes foram deixando o seriado e firmando-se em outras grandes produções, mas muitos também permaneceram e durante todos esses anos puderam refazer suas histórias e criar novos sentidos para suas vidas.
Alguns deles constituíram famílias, outros desfizeram seus casamentos; tiveram aqueles que firmaram seus romances e outros, no entanto, nunca conseguiram descobrir o sentido do verdadeiro (e sincero) amor.
Saiu dali homens de negócios, formaram-se ali dentro mulheres de salto alto e pulso firme, nasceram crianças peraltas e ainda gestam alguns outros seres vivos que serão frutos desta história.
Protagonizamos conquistas, sentimos o cheiro e o prazer da vitória, foram nossos os papeis principais desse seriado. Choramos nos bastidores, lamentamos as perdas, vibramos nas alegrias, tememos diante dos desafios e sentimos medo. Medo um dos temas dessa história, assim como, realização, amizade, amores, festas, viagens, temas que encheram as nossas almas e nos firmaram como pessoas.
Não quero nem pensar o que será o que de agora em diante, meu coração está vazio. Todo o dia saía de casa, pronta e preparada para enfrentar horas de gravação, participar ativamente de uma série que continha dramas, comédia, terror e romance. Agora acabou. Vou sentir falta.
Torço para que tão logo sejamos convidados para novas e espetaculares produções e, quem sabe, protagonizar novamente ao lado de grandes companheiros de trabalho, vibrar com eles um novo papel e novas realizações.
Ronda ente nós uma grande tristeza, é fato. Mas, basta voltar o filme e assistir de camarote o que foi, ao longo desses 8 anos, a história de maior sucesso dos últimos tempos. Convido você a rever esse filme e alegrar-se com cenas que nós mesmos protagonizamos...
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O copo da despedida
Oh todo o dinheiro que eu gastei
Gastei com boa companhia
E todo o mal que eu causei
Ai, não era para ninguém, só para mim
E todo o mal que eu causei
Ai, não era para ninguém, só para mim
E tudo que eu fiz por falta de sagacidade
Para memória agora não me lembro
Então, para me encher o copo de despedida
Boa noite e que a alegria esteja com vocês todos
Oh todos os companheiros que tive
Sentem a minha partida
E todos os namorados que tive
Gostariam que eu ficasse mais um dia
Mas, já que é assim que tem que ser
Que eu deveria subir e você não
Eu vou subir suavemente e ligarei suavemente
Boa noite e que a alegria esteja com vocês todos
Gastei com boa companhia
E todo o mal que eu causei
Ai, não era para ninguém, só para mim
E todo o mal que eu causei
Ai, não era para ninguém, só para mim
E tudo que eu fiz por falta de sagacidade
Para memória agora não me lembro
Então, para me encher o copo de despedida
Boa noite e que a alegria esteja com vocês todos
Oh todos os companheiros que tive
Sentem a minha partida
E todos os namorados que tive
Gostariam que eu ficasse mais um dia
Mas, já que é assim que tem que ser
Que eu deveria subir e você não
Eu vou subir suavemente e ligarei suavemente
Boa noite e que a alegria esteja com vocês todos
domingo, 25 de julho de 2010
A procura pela felicidade
A Procura pela felicidade
Os seriados de TV, dos quais eu sou fã incondicional, traz a cada episódio um tema e, por esse tema, transcorre toda a história. Se eu fosse incorporar essa paixão pelos seriados de TV para a minha vida, o tema do meu episódio hoje – certamente – seria “A Procura pela Felicidade”.
Coincidência ou não, assisti no final de semana o filme com o mesmo nome, onde o personagem principal, assim como eu, faz um busca incansável pela felicidade. Mas, eu te pergunto o que é felicidade? Será que você não é feliz, mas não se deu conta ainda? Ou será que você só percebeu que era feliz, quando perdeu o que tinha?
Felicidade é um estado de espírito, ou você é feliz ou não. Não tem meia felicidade ou mais ou menos feliz e fazendo referência à propaganda, eu te pergunto: o que faz você feliz?
Comer morango com a mão
Por açúcar no abacate
Brincar com melão, goiaba, romã, jaboticaba
Ou é o gostinho de infância que te faz feliz?
Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde,
Arroz com feijão, matar a saudade...
O aumento, a casa, o carro que você sempre quis
Ou são os sonhos que te fazem feliz?
Um filme, um dia, uma semana
Um bem, um biquíni, a grama...
Dormir na rede, matar a sede, ler...
Ou viver um romance?
O que faz você feliz?
Um lápis, uma letra, uma conversa boa
Um cafuné, café com leite, rir à toa,
Um pássaro, ser dono do seu nariz...
Ou será um choro que te faz feliz?
A causa, a pausa, o sorvete,
Sentir o vento, esquecer o tempo
O sal, o sol, um som,
O ar, a pessoa ou este lugar?
O que me faz feliz?
Ouvir a reclamação por causa do ar-condicionado, do estacionamento cheio de pedrinha
A ladainha de que a comida hoje não tá boa
Lembrar que hoje é dia de bom dia
Ficar feliz porque chegou o final de semana, até que enfim...
Isso hoje é o que me faz feliz...
Os novos amigos que chegaram
A certeza de que os que se foram, serão amigos para sempre
O happy hour no final da tarde (Bar do Paulo, Cachacaria...)
O churrasco de improviso da casa do amigo
As “chamadas” do Dr. Borguette (Madame Macrameia)
Os abraços da Juci no banheiro
As brigas com a Isabela (e olha que não foram poucas)
As ligações inesperadas do Sergio no meio do dia
As centenas gravações e edições com o Robinho e o Adriano
O café da Fátima
Dormir no alojamento com a Patrícia
A guerra com o pedagógico (no bom sentido)
O relatório financeiro pro Felipe, que já tinha cadeira cativa
As centenas de audioconferências ( até com o pessoal do comercial)
Dani você é essa Coca-Cola toda.
Entregar o workflow pro Diógenes e pro Danilo, né Tainá...
As estressadas da Sileide com o Supletivo
A tranqüilidade da Luciane
As risadas da Milena
Oh, “não enche Luis – to de mal (pazes, só em SP)
Os pedidos de orçamento para o Lucas
Os eternos e-mails de cobrança para o Dr. Paulo
Meus pedidos pra Deus que as coisas melhorassem aqui dentro
A consultoria gratuito de moda do Guilherme Maynard
As viagens e conversas, conversas, com o Gustavo pra SP
A minha cobra criada Tainá
Os amigos da agência
O curso de Rotinas – lógico, o de op. De caixa também...
As festas de final de ano (principalmente, quando eu ganhava os prêmios)
Minha eterna amizade, com Dani, João, Renata, entre tantos outros amigos.
Isso – com certeza - é que me fez feliz e, seguirá comigo para a vida toda.
Não estou me despedindo, fiquem tranqüilos...(ou não), o que eu quero dizer para vocês é que é possível sim, sentir a felicidade. Pena que nós relutamos tanto para descobrir que isso era possível aqui dentro. As diferenças são comuns entre nós todos, mas foi por meio dela que nós descobrimos hoje, que somos – exatamente – iguais, pessoas a procura da felicidade.
E você, o que te faz feliz?
Os seriados de TV, dos quais eu sou fã incondicional, traz a cada episódio um tema e, por esse tema, transcorre toda a história. Se eu fosse incorporar essa paixão pelos seriados de TV para a minha vida, o tema do meu episódio hoje – certamente – seria “A Procura pela Felicidade”.
Coincidência ou não, assisti no final de semana o filme com o mesmo nome, onde o personagem principal, assim como eu, faz um busca incansável pela felicidade. Mas, eu te pergunto o que é felicidade? Será que você não é feliz, mas não se deu conta ainda? Ou será que você só percebeu que era feliz, quando perdeu o que tinha?
Felicidade é um estado de espírito, ou você é feliz ou não. Não tem meia felicidade ou mais ou menos feliz e fazendo referência à propaganda, eu te pergunto: o que faz você feliz?
Comer morango com a mão
Por açúcar no abacate
Brincar com melão, goiaba, romã, jaboticaba
Ou é o gostinho de infância que te faz feliz?
Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde,
Arroz com feijão, matar a saudade...
O aumento, a casa, o carro que você sempre quis
Ou são os sonhos que te fazem feliz?
Um filme, um dia, uma semana
Um bem, um biquíni, a grama...
Dormir na rede, matar a sede, ler...
Ou viver um romance?
O que faz você feliz?
Um lápis, uma letra, uma conversa boa
Um cafuné, café com leite, rir à toa,
Um pássaro, ser dono do seu nariz...
Ou será um choro que te faz feliz?
A causa, a pausa, o sorvete,
Sentir o vento, esquecer o tempo
O sal, o sol, um som,
O ar, a pessoa ou este lugar?
O que me faz feliz?
Ouvir a reclamação por causa do ar-condicionado, do estacionamento cheio de pedrinha
A ladainha de que a comida hoje não tá boa
Lembrar que hoje é dia de bom dia
Ficar feliz porque chegou o final de semana, até que enfim...
Isso hoje é o que me faz feliz...
Os novos amigos que chegaram
A certeza de que os que se foram, serão amigos para sempre
O happy hour no final da tarde (Bar do Paulo, Cachacaria...)
O churrasco de improviso da casa do amigo
As “chamadas” do Dr. Borguette (Madame Macrameia)
Os abraços da Juci no banheiro
As brigas com a Isabela (e olha que não foram poucas)
As ligações inesperadas do Sergio no meio do dia
As centenas gravações e edições com o Robinho e o Adriano
O café da Fátima
Dormir no alojamento com a Patrícia
A guerra com o pedagógico (no bom sentido)
O relatório financeiro pro Felipe, que já tinha cadeira cativa
As centenas de audioconferências ( até com o pessoal do comercial)
Dani você é essa Coca-Cola toda.
Entregar o workflow pro Diógenes e pro Danilo, né Tainá...
As estressadas da Sileide com o Supletivo
A tranqüilidade da Luciane
As risadas da Milena
Oh, “não enche Luis – to de mal (pazes, só em SP)
Os pedidos de orçamento para o Lucas
Os eternos e-mails de cobrança para o Dr. Paulo
Meus pedidos pra Deus que as coisas melhorassem aqui dentro
A consultoria gratuito de moda do Guilherme Maynard
As viagens e conversas, conversas, com o Gustavo pra SP
A minha cobra criada Tainá
Os amigos da agência
O curso de Rotinas – lógico, o de op. De caixa também...
As festas de final de ano (principalmente, quando eu ganhava os prêmios)
Minha eterna amizade, com Dani, João, Renata, entre tantos outros amigos.
Isso – com certeza - é que me fez feliz e, seguirá comigo para a vida toda.
Não estou me despedindo, fiquem tranqüilos...(ou não), o que eu quero dizer para vocês é que é possível sim, sentir a felicidade. Pena que nós relutamos tanto para descobrir que isso era possível aqui dentro. As diferenças são comuns entre nós todos, mas foi por meio dela que nós descobrimos hoje, que somos – exatamente – iguais, pessoas a procura da felicidade.
E você, o que te faz feliz?
sábado, 10 de julho de 2010
Desejos Honestos
Todas as segundas-feiras recebíamos de uma maneira singela, uma mensagem que nos levaria a reflexão de nossos atos e pensamentos. Mas, em uma segunda-feira qualquer recebi uma mensagem só para mim, que trazia não uma reflexão, mas sim fatos da minha vida. Guardo com muito carinho esse texto, que foi escrito por Mariella Lazaretti, mas que foi totalmente adaptado pelo Sr. Oficial, com os textos em itálico.
Eu desejo...
Que você não seja multado mais que duas vezes ao ano; que as multas sejam justas e a pontuação pequena. (ainda mais nas suas idas pra praia!)
Que emagreça 5 kilos, encontre um novo amor (se necessário) e se sinta uma manchete de caras. (sem essa de emagrecer, só quero que você se sinta bem! Sobre um novo amor... SE NECESSÁRIO! *riso*)
Que os pernilongos fiquem longe de você neste verão (ou em todas as estações do ano).
Que haja chuveiro de água doce naquela praia afastada de seu banheiro azulejado. (apesar de você ter só visto água doce caindo do céu, neste fim de semana!)
Que haja muito gelo no seu copo, sempre. Enquanto houver gelo, há esperança! (menos se estivermos bebendo cerveja!)
Que você não tenha de pintar nem reformar a casa tão cedo. (no seu lindo apê novo, acho difícil uma reforma agora!)
Que fique feliz com o resultado de uma reforma e que seu casamento sobreviva a ela. (casamento?!?!? *riso*)
Que você não tenha que pegar trânsito todos os dias. Só de vez em quando.
Que todas as suas refeições sejam agradáveis, sem discussões, amarguras e, de preferência com uma garrafa de vinho por perto. E suas noites bem dormidas. (E como não vão ser bem dormidas, se são com vinho os jantares? Continuaremos ainda “Procurando Nemo” e como achá-lo, se estamos “De olhos bem fechados”?)
Que você tenha sempre um espumante na geladeira para comemorar qualquer coisa. (Ou cerveja mesmo. OU vinho “Goiás”. O importante é comemorar!)
Que você faça um corte de cabelo rejuvenescedor. (não que precise!)
Que você se sinta recompensado pelo seu time do coração. (O que é time do coração?!?!?!)
Que o Brasil vá à copa e jogue bonito. (Esse ano eu sei o que é time do coração! *riso*)
Que seu carro não seja roubado. Se for, que seja encontrado logo, com aquele CD que você adora, intacto no porta luvas. (Deus me livre disso!)
Que você leia ao menos um livro ótimo, assista a um filme inesquecível, ouça muitas músicas boas e compre uma calça jeans maravilhosa ou um blazer fantástico. (coisas que são essenciais! Sugiro que o filme seja do Walter Salles ou do Pedro Almodóvar, que o jeans seja Levi’s e que o livro seja: “Casais inteligentes enriquecem juntos” – acho que é isso?!?!?!)
Que você cuide com prazer das crianças ao seu redor (suas ou das outras pessoas); do bairro onde vive; das pessoas que dependem de ti, dos seus bichos e, eventualmente, de algum abandonado que lhe latir ajuda. (E dos seus companheiros de trabalho)
Que você tenha dinheiro. Não demais: o suficiente para pagar as contas e se divertir. (E pra ir pra o Boqueirão de vez em quando!)
Que você não tenha de passar por burocracia para tirar o passaporte, renovar carteira de motorista ou transferir uma casa. (Que nossa preocupação seja só pra tirar vistos de viagem!)
Que todos os telemarketings do país errem seu número de telefone. (nem me fale em TRT! *riso*)
Que você não pegue pela frente secretárias eletrônicas que o joguem para ramais eletrônicos indefinidamente.
Que você gaste menos eletricidade, menos água, recicle seu lixo, e pense que o planeta sobreviverá graças a pequenas coisas que um mundaréu de gente fizer por ele.
Que você ame muito e seja muito amado. Isto inclui sexo. (Mesmo que seja antes do quinto encontro! *gargalhada com todo respeito*)
Que você valorize todos os dias de sua vida como se fosse o último; porque um dia você acerta. (carpe diem, sempre!)
Um singelo, honesto e realista ano pra você... (ou esta semana, por enquanto!)
A minha resposta ao Sr. Oficial.
Nos dias anteriores na minha viagem à praia foi muito engraçado porque o sol não apareceu e a chuva foi presente em todos aqueles dias. O amor foi e ainda é necessário, mesmo depois de tantos anos. Os pernilongos são meus companheiros até hoje e sinto falta quando não os vejo.
Beber, beber e beber, sempre. Cerveja? Não. Qualquer coisa. Depois daquele apê vieram tantas outras moradias, afinal de contas, vivo a procura daquele que será o meu recanto de verdade. O meu casamento eu não sei, só sei (e espero) que eu sobreviva a todas essas mudanças que acontecem na minha vida.
Os meus jantares continuam sendo regados a um bom vinho, hoje bem melhores (sem dúvida). Posso lhe garantir que dessa vez assisti Procurando Nemo até o final, mas confesso que até hoje não consegui descobrir porque os olhos são bem fechados. Um filme do Walter Salles? Diário de Motocicleta, a tua cara Sr. Oficial. Jeans? Zara, por enquanto...só que comprados na Europa! Livro? Estou publicando o meu.
Continuo cuidando que todos que estão a minha volta, sempre. Só sinto não cuidar mais e melhor. Os meus companheiros de trabalho estão bem crescidos não requer mais cuidados, até mesmo porque, posso lhe garantir que hoje são apenas companheiros de trabalho. Ainda não tenho muito dinheiro, mas posso lhe assegurar que meu caminho está mais longe, hoje desbravo novos e lindos mares. Falando nisso, preciso renovar meu passaporte. Ah, e não se preocupa, hoje é – simplesmente – Atendimento a Clientes.
Meu caro Oficial, o que é sexo? Quinto encontro...*risos*. Valorizo todos os dias a minha, por ter certeza disso.
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